A importância do sono na saúde das mulheres
17 de novembro de 2025
Dormir bem é um dos pilares fundamentais da saúde, mas muitas vezes subestimado. O sono não é apenas um momento de descanso: é um processo ativo, durante o qual o organismo recupera energia, regula funções hormonais e fortalece o sistema imunitário. Para as mulheres, em particular, a qualidade e a quantidade de sono têm impacto direto em várias áreas da saúde física, mental e reprodutiva.
Porque é que o sono é tão importante para a saúde feminina?
- Regulação hormonal
O sono está intimamente ligado à regulação de hormonas essenciais, como o estrogénio, a progesterona e o cortisol. Alterações no ciclo do sono podem contribuir para irregularidades menstruais, infertilidade e agravamento dos sintomas da menopausa. - Saúde mental e emocional
Dormir pouco ou mal aumenta o risco de ansiedade, depressão e alterações de humor. Para mulheres que já enfrentam desafios associados a fases hormonais específicas, como a síndrome pré-menstrual, gravidez ou menopausa - a falta de sono pode intensificar os sintomas. - Sistema imunitário e metabolismo
A privação de sono está associada a maior risco de infeções, ganho de peso e desenvolvimento de doenças crónicas, como a diabetes tipo 2 ou hipertensão arterial. - Gravidez e pós-parto
Durante a gravidez, um sono de qualidade é essencial para o desenvolvimento do bebé e para o bem-estar da mãe. No pós-parto, os distúrbios do sono podem afetar não só a recuperação física, mas também a saúde mental, aumentando o risco de depressão pós-parto. No entanto esta é uma fase em que frequentemente o sono está alterado pelas necessidades dos cuidados ao recém-nascido.
Estratégias para melhorar o sono:
- Manter horários regulares de deitar e acordar;
- Evitar o consumo de cafeína e álcool ao final do dia;
- Criar um ambiente calmo, silencioso e escuro no quarto;
- Limitar o uso de ecrãs antes de dormir;
- Procurar ajuda médica em casos de insónia persistente;
O sono deve ser visto como uma prioridade na saúde, tão importante quanto a alimentação equilibrada e a prática regular de exercício físico. Cuidar do sono é cuidar da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida.

Por Páginas Amarelas
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17 de novembro de 2025
Vamos desconstruir algumas ideias erradas? “A perda de urina é normal com a idade.” Embora seja mais frequente em idades mais avançadas, não deve ser encarada como uma consequência natural do envelhecimento. Existem tratamentos eficazes que permitem recuperar a qualidade de vida. “Só acontece a mulheres depois da menopausa.” A incontinência pode surgir em diferentes fases da vida, incluindo na adolescência, durante a gravidez ou após o parto ou em situações de esforço físico intenso. Não é exclusiva da menopausa. “Não há nada a fazer, tenho de aprender a viver com isto.” Este é um dos maiores mitos sobre a incontinência urinária. Atualmente, existem várias opções de tratamento, desde os tratamentos conservadores ou quando indicado a correção cirúrgica. “Beber menos líquidos ajuda a controlar as perdas.” Reduzir a ingestão de água pode, na verdade, agravar os sintomas, aumentando o risco de infeções urinárias e sintomas irritativos. É recomendado manter uma hidratação adequada. “Os exercícios de Kegel são inúteis.” Quando realizados corretamente e com orientação adequada, os exercícios de Kegel podem ter um papel fundamental na prevenção e no tratamento da incontinência urinária.

Por Páginas Amarelas
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17 de novembro de 2025
Os exercícios de Kegel são uma prática eficaz que tem como objetivo fortalecer os músculos do pavimento pélvico – que são responsáveis pelo suporte da bexiga, útero e reto, e pelo controlo da continência urinária, fecal, estando também implicados noutras funções como a gravidez, parto e função sexual.


