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Saúde feminina sem barreiras

Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 20 de maio de 2026
O bom tempo chegou e, com ele, a vontade de passar dias inteiros entre mergulhos e banhos de sol. No entanto, para a saúde íntima, o verão traz desafios específicos. A combinação de calor, humidade e fatos de banho molhados cria o ambiente ideal para o crescimento de fungos e bactérias. O verão aumenta o risco de infeções? A resposta curta é: sim. Existem dois problemas principais que tendem a surgir com o calor: Candidíase: o fungo Candida prolifera em ambientes quentes e húmidos. Manter o biquíni molhado durante horas pode favorecer o seu crescimento, provocando comichão e corrimento esbranquiçado, muitas vezes bastante desconfortáveis. Infeções Urinárias : a desidratação e o habitual aumento da frequência de atividade sexual no verão aumentam a propensão a infeções urinárias. Quando não se ingere água suficiente, a bexiga não elimina estas bactérias de forma eficaz, aumentando o risco de infeção.
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 12 de maio de 2026
É comum só ouvimos falar do pavimento pélvico durante a gravidez ou quando algo deixa de funcionar como deveria. No entanto, este conjunto de músculos, ligamentos e fascias desempenha um papel fundamental no nosso bem-estar diário, desde a postura, continência até à saúde sexual.  Mas afinal, quais são as principais funções do pavimento pélvico? Suporte: sustenta órgãos vitais como a bexiga, o útero e o reto, ajudando a mantê-los na posição correta. Continência: permite o controlo da saída de urina, gases e fezes. Função sexual: contribui para o prazer e a sensibilidade durante a relação sexual. Estabilidade: trabalha em conjunto com os músculos abdominais e das costas, contribuindo para a postura e a estabilidade do tronco.
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 4 de maio de 2026
Fala-se muito sobre menopausa, mas raramente sobre o que acontece antes. A perimenopausa é o período de transição em que o corpo da mulher começa a preparar-se para o fim da fase reprodutiva. É uma verdadeira "montanha-russa" hormonal que pode trazer desafios, mas que não tem de ser vivida com sofrimento. Durante esta fase, a produção de hormonas pelos ovários, nomeadamente estrogénio e progesterona, começa a oscilar de forma irregular. A duração é variável: pode estender-se por apenas alguns meses ou prolongar-se cerca de 10 anos. Em média, dura entre 4 e 5 anos. Embora a idade mais comum de início seja entre os 40 e os 45 anos , é difícil identificar com precisão o momento em que começa, porque varia de mulher para mulher. Em alguns casos, pode surgir mais cedo (precoce). A perimenopausa termina oficialmente quando se atinge a menopausa, ou seja, após 12 meses consecutivos sem menstruação.
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 7 de abril de 2026
A Síndrome dos Ovários Poliquísticos (SOP) é uma das condições endócrinas mais frequentes nas mulheres em idade reprodutiva, afetando cerca de 10% a 15% da população feminina. O que é a SOP? A SOP é uma alteração hormonal caracterizada por excesso de hormonas androgénicas e/ou uma irregularidade na ovulação e por isso menstruais. Ao contrário do que o termo “ovários poliquísticos pode sugerir, os chamados "quistos" observados na ecografia são, na verdade, pequenos folículos que não se desenvolveram completamente, consequência do desequilíbrio hormonal. Quais os principais sintomas? Os sintomas podem variar significativamente de mulher para mulher. Entre os mais comuns, encontram-se: Irregularidade menstrual: ciclos longos, ausência de menstruação durante vários meses ou perdas de sangue imprevisíveis. Sinais de hiperandrogenismo: acne persistente, queda de cabelo (alopecia) ou crescimento de pelos em zonas tipicamente masculinas (hirsutismo), como rosto, peito ou costas. Dificuldade em engravidar: ausência ou irregularidade da ovulação. Alterações metabólicas: maior tendência para aumento de peso, dificuldade em perder peso e resistência à insulina. 
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 24 de março de 2026
Muitas vezes, o diagnóstico do Vírus do Papiloma Humano (HPV) surge no consultório acompanhado de silêncio, ou de um receio infundado. Mas a primeira coisa que precisa de saber é: ter HPV não é um veredito, é uma condição comum. Aproximadamente 8 em cada 10 mulheres terão contacto com este vírus em algum momento da sua vida. Na grande maioria das vezes, o nosso organismo é capaz de o eliminar sem que cheguemos sequer a saber que ele existiu. A informação é o primeiro passo para o cuidado.
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 10 de março de 2026
A menopausa é uma etapa natural da vida da mulher , marcada pelo fim da menstruação. Trata-se de um diagnóstico clínico e retrospetivo, ou seja, é feito após 12 meses consecutivos sem menstruação. Geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos. Se ocorrer antes dos 40 anos é classificada como falência ovárica prematura e, se ocorrer antes dos 45 anos, é classificada como uma menopausa precoce.
Fisioterapia pélvica
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 18 de fevereiro de 2026
O pavimento pélvico é o conjunto de músculos, ligamentos e fascias que sustenta órgãos fundamentais, como a bexiga, o útero e o reto. O enfraquecimento destes músculos condiciona disfunções, podendo manifestar-se como dor pélvica, prolapsos ou sintomas de incontinência. A fisioterapia pélvica é uma abordagem conservadora, baseada em técnicas específicas, que tem demonstrado resultados muito eficazes na prevenção e no tratamento destas condições. Utiliza exercícios, técnicas manuais e, em alguns casos, equipamentos de biofeedback ou eletroestimulação, com o objetivo de reabilitar a função dos músculos do pavimento pélvico. Mais do que apenas “exercitar”, trata-se de ensinar a mulher a reconhecer, controlar e fortalecer esta musculatura.
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 19 de janeiro de 2026
O Dispositivo Intrauterino (DIU) é um dos métodos contracetivos mais eficazes e seguros disponíveis atualmente. O DIU é uma excelente opção para quem procura um método contracetivo eficaz, reversível e de longa duração. É reversível, discreto e pode ser adaptado às necessidades individuais de cada mulher, seja na versão com ou sem hormonas. Deve sempre ser avaliado se existe alguma contraindicação ao método antes da sua utilização. Existem dois tipos de DIU: DIU de cobre: não contém hormonas e atua libertando pequenas quantidades de cobre, que criam um ambiente “hostil” para os espermatozoides, impedindo assim a gravidez. DIU hormonal: liberta uma pequena quantidade de hormona (levonorgestrel), que atua sobretudo ao nível do útero, tornando o muco cervical mais espesso, promovendo um endométrio (camada interna do útero) desfavorável a uma gravidez, promovendo também por isso a redução da perda de sangue vaginal.
Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda 18 de dezembro de 2025
Recentemente, tive o prazer de conversar com a incrível Margarida Santos no novo episódio de 'Consulta Aberta', da SIC Notícias , sobre um tema muito frequente na minha prática clínica e ainda pouco falado: a incontinência urinária. Sabia que até 60% das mulheres experienciam perdas urinárias ao longo da vida? Ainda assim, esta condição continua muitas vezes a ser vista como algo “normal”, inevitável ou que deve ser simplesmente tolerado. E isso não é verdade.
Incontinência urinária: mitos e verdades
Por Páginas Amarelas 17 de novembro de 2025
Vamos desconstruir algumas ideias erradas? “A perda de urina é normal com a idade.” Embora seja mais frequente em idades mais avançadas, não deve ser encarada como uma consequência natural do envelhecimento. Existem tratamentos eficazes que permitem recuperar a qualidade de vida. “Só acontece a mulheres depois da menopausa.” A incontinência pode surgir em diferentes fases da vida, incluindo na adolescência, durante a gravidez ou após o parto ou em situações de esforço físico intenso. Não é exclusiva da menopausa. “Não há nada a fazer, tenho de aprender a viver com isto.” Este é um dos maiores mitos sobre a incontinência urinária. Atualmente, existem várias opções de tratamento, desde os tratamentos conservadores ou quando indicado a correção cirúrgica. “Beber menos líquidos ajuda a controlar as perdas.” Reduzir a ingestão de água pode, na verdade, agravar os sintomas, aumentando o risco de infeções urinárias e sintomas irritativos. É recomendado manter uma hidratação adequada. “Os exercícios de Kegel são inúteis.” Quando realizados corretamente e com orientação adequada, os exercícios de Kegel podem ter um papel fundamental na prevenção e no tratamento da incontinência urinária.
Incontinência Urinária: tipos e patologias associadas
Por Páginas Amarelas 17 de novembro de 2025
A incontinência urinária é uma condição que afeta entre 25% e 45% das mulheres adultas em todo o mundo. Em Portugal, estima-se que aproximadamente 3 em cada 10 mulheres vivam com este problema.
Seis mulheres sorridentes, encostadas em uma parede branca banhada de luz solar.
Por Páginas Amarelas 17 de novembro de 2025
Os exercícios de Kegel são uma prática eficaz que tem como objetivo fortalecer os músculos do pavimento pélvico – que são responsáveis pelo suporte da bexiga, útero e reto, e pelo controlo da continência urinária, fecal, estando também implicados noutras funções como a gravidez, parto e função sexual.
A importância do sono na saúde das mulheres
Por Páginas Amarelas 17 de novembro de 2025
Dormir bem é um dos pilares fundamentais da saúde, mas muitas vezes subestimado. O sono não é apenas um momento de descanso: é um processo ativo, durante o qual o organismo recupera energia, regula funções hormonais e fortalece o sistema imunitário. Para as mulheres, em particular, a qualidade e a quantidade de sono têm impacto direto em várias áreas da saúde física, mental e reprodutiva.