Incontinência urinária: mitos e verdades
17 de novembro de 2025
A incontinência urinária afeta entre 25% e 45% das mulheres adultas em todo o mundo, sendo uma condição que impacta diretamente a qualidade de vida. Apesar da sua prevalência, a incontinência urinária continua rodeada de tabus e desinformação. Muitos dos mitos associados fazem com que as mulheres desvalorizem os sintomas e adiem a procura de ajuda médica.

Vamos desconstruir algumas ideias erradas?
- “A perda de urina é normal com a idade.”
Embora seja mais frequente em idades mais avançadas, não deve ser encarada como uma consequência natural do envelhecimento. Existem tratamentos eficazes que permitem recuperar a qualidade de vida. - “Só acontece a mulheres depois da menopausa.”
A incontinência pode surgir em diferentes fases da vida, incluindo na adolescência, durante a gravidez ou após o parto ou em situações de esforço físico intenso. Não é exclusiva da menopausa. - “Não há nada a fazer, tenho de aprender a viver com isto.”
Este é um dos maiores mitos sobre a incontinência urinária. Atualmente, existem várias opções de tratamento, desde os tratamentos conservadores ou quando indicado a correção cirúrgica. - “Beber menos líquidos ajuda a controlar as perdas.”
Reduzir a ingestão de água pode, na verdade, agravar os sintomas, aumentando o risco de infeções urinárias e sintomas irritativos. É recomendado manter uma hidratação adequada. - “Os exercícios de Kegel são inúteis.”
Quando realizados corretamente e com orientação adequada, os exercícios de Kegel podem ter um papel fundamental na prevenção e no tratamento da incontinência urinária.

Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda
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25 de agosto de 2026
Durante muito tempo, a menopausa foi um tema reservado à esfera privada. No entanto, com cada vez mais mulheres a ocuparem cargos de liderança e a conciliarem múltiplas responsabilidades na sua vida profissional e pessoal, a menopausa no local de trabalho tornou-se uma questão de saúde pública e de produtividade. A menopausa não se resume aos afrontamentos: é uma transição biológica que pode afetar a confiança, o desempenho e o bem-estar. Perimenopausa e menopausa: qual a diferença? A perimenopausa é a fase de transição (que pode durar anos) em que as hormonas começam a oscilar. É nesta etapa que surgem os sintomas mais disruptivos, mesmo que a mulher ainda tenha a menstruação. Já a menopausa , é o marco que ocorre quando a mulher completa 12 meses consecutivos sem menstruação.

Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda
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31 de julho de 2026
A menopausa é uma fase natural e inevitável da vida da mulher. No entanto, os sintomas que frequentemente a acompanham não têm de ser encarados como algo que simplesmente se deve suportar. Durante muitos anos, a Terapêutica Hormonal da Menopausa (THM) esteve envolta em receios e mitos, mas hoje sabemos que, quando corretamente indicada, pode ser uma ferramenta segura e eficaz para melhorar a qualidade de vida e promover a saúde da mulher a longo prazo. O que é a terapêutica hormonal da menopausa? A THM consiste na reposição das hormonas que os ovários deixam gradualmente de produzir durante a perimenopausa e a menopausa, sobretudo o estrogénio e a progesterona. Atualmente, existem diferentes formas de administração, permitindo adaptar o tratamento às necessidades e ao perfil clínico de cada mulher: Terapêutica sistémica: atua em todo o organismo através de comprimidos orais, gel/spray ou adesivos cutâneos. Terapêutica local: atua essencialmente na zona genital através de cremes vaginais e óvulos/comprimidos vaginais.

Por The Square-Your Communication Office Unipessoal Lda
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28 de julho de 2026
O verão traz consigo uma alteração significativa às nossas rotinas diárias. Entre os dias passados na praia, as viagens, o aumento da temperatura e a exposição prolongada à humidade, esta época do ano pode representar alguns desafios para a saúde íntima feminina. Apesar de ser uma estação associada ao descanso e ao bem-estar, o verão é também um dos períodos em que se regista um aumento das consultas relacionadas com infeções e desequilíbrios da flora vaginal. Compreender quais são as patologias mais frequentes nesta altura do ano e de que forma alguns hábitos da estação contribuem para o seu aparecimento é o primeiro passo para uma prevenção eficaz.

